alfabetização em pátrias dos migrantesitera









 












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questão de pesquisa the question вопрос исследования

232 milhões de pessoas vivem atualmente fora do país de seu nascimento (ONU 2013), mas muitos mais permanecer na terra natal. Quais são as implicações da separação familiar estendida para a alfabetização em comunidades de origem dos imigrantes?


os primeiros resultados  the early findings ранние находки 

Usando um projeto de estudo tri-nacional único, I desenvolver uma teoria da alfabetização família transnacional focada em comunidades de origem dos migrantes. Ao contrário do que as preocupações sobre "fuga de cérebros" (a emigração em massa de adultos qualificados), acho que a emigração pode realmente contribuir para a educação pátria. Especificamente, a fim de comunicar com os entes queridos, os migrantes que trabalhavam no exterior, muitas vezes remeter escrever práticas e tecnologias (como laptops, webcams, cartas, e-mails, textos e formas de comunicação) para os membros da família de volta para casa.

Com base em 70 entrevistas de história de alfabetização e 6 meses de observação etnográfica em três continentes diferentes, este estudo mostra como tal "escrita remessas" são aprendidas, adaptado, e mais difundido para ganho pessoal e profissional. Simplificando, quando as pessoas se mudam, assim também as tecnologias de alfabetização e conhecimentos, que promovam o aprendizado da alfabetização transnacional.


as comunidades the communities сообщества  

I documentar uma ampla gama de alfabetização-driven migração através do trabalho com os membros da família dos migrantes em duas pátrias diferentemente posicionadas uma comunidade pobre, Daugavpils, Letónia, e uma comunidade de classe média, Jaú, Brasil.

Ambos são, de médio porte cidades comuns, situadas uma viagem de ônibus de quatro horas a partir de capitais de seus estados. No entanto taxa de emigração da Letónia (-4) é maior que o do México (-3) e comparável a muitos lugares com conflitos de longa data (Population Reference Bureau, 2012).

Em Jaú, Brasil, no entanto, muitos moradores estão montando a tendência nacional maior de crescimento da classe média, por isso a maioria pretende ficar (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2013). Estas cidades de médio porte em lados opostos do globo mostram que, para as comunidades Pátria com a emigração tanto moderada e de massa, que escrevem as remessas podem transformar a leitura diária e escrita.

Para analisar a forma como o fluxo de conhecimentos e recursos de alfabetização através das fronteiras, também se envolver com uma comunidade país de acolhimento de migrantes latino-americanos e europeus orientais em Madison, Wisconsin.

Madison é uma cidade educacionalmente e tecnologicamente saturada (a plena 94% concluíram o ensino médio e 64% completou o BA), com uma população que é 19% de origem estrangeira (ACS, 2012). Enquanto a maioria dos programas de educação de alfabetização locais para os trabalhadores migrantes enfatizar assimilação nacional ou no preparo profissional, acho que as metas de alfabetização 'Wisconsin migrantes são muitas vezes transnacional, como eles suportam pátria entes queridos. Eu detalhadamente os processos cotidianos através dos quais letramentos locais tornaram-se transnacionais, como os migrantes se envolver em alfabetização família pátria do exterior.



Daugavpils, Letónia


Jaú, Brazil


Madison, Estados Unidos


a economia ea emoção da pátria alfabetização emoção 
the economics and emotion of homeland literacy learning экономика и эмоции родины обучения грамоте  

Para dar conta de alfabetização-driven migração nessas comunidades pátria e do país anfitrião diversas, eu adaptar o termo estudos de migração, "remessas sociais". [1] O meu conceito de "escrita remessas" mostra como a alfabetização pode accrete (ou perder) valor como circula transnacionalmente (Blommaert, 2008) e como ele é "investido" no trabalho, na vida social e nas escolas. Este estudo traça os circuitos econômicos e emocionais (Zelizer, 2006), de investimento e de alfabetização de câmbio para mostrar como a desigualdade global pode moldar comunicações interpessoais íntimas através das fronteiras, promovendo a alfabetização digital.




[1] Remessas sociais são "a nível local, formas de migração conduzido de difusão cultural” (Levitt, 1998, p. 926; Levitt and Lamba-Nieves, 2011).